Categoria

Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Introdução ao padrão event-carried state transfer
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Introdução ao padrão event-carried state transfer

O padrão Event-Carried State Transfer (ECST) surge como uma evolução natural das arquiteturas orientadas a eventos, resolvendo um problema crítico: como distribuir dados entre microsserviços sem criar dependências síncronas de banco de dados centralizado.

09/12/2025
DDD: definindo bounded contexts corretamente
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 28/11/2025

DDD: definindo bounded contexts corretamente

O Bounded Context é o conceito central do Domain-Driven Design que estabelece limites explícitos onde um modelo de domínio específico é válido e consistente. Dentro de cada contexto, a linguagem, as regras de negócio e as entidades têm significados precisos e não ambíguos.

AI Agents vs workflows: quando orquestrar e quando deixar o modelo decidir
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 25/11/2025

AI Agents vs workflows: quando orquestrar e quando deixar o modelo decidir

Workflows e AI Agents representam dois extremos de um espectro de automação. Um workflow é uma sequência previsível de passos orquestrados por lógica determinística — cada etapa sabe exatamente o que fazer e para onde ir. Já um AI Agent é uma entidade autônoma que usa modelos de linguagem para decidir quais ações tomar, em qual ordem e com quais ferramentas.

Algoritmos de load balancing: Round Robin vs Least Connections
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 13/11/2025

Algoritmos de load balancing: Round Robin vs Least Connections

O balanceamento de carga (load balancing) é uma técnica fundamental em sistemas distribuídos que distribui o tráfego de rede entre múltiplos servidores. Seu objetivo principal é garantir alta disponibilidade, escalabilidade e desempenho consistente, evitando que um único servidor se torne um gargalo. Em arquiteturas modernas — como servidores web, APIs RESTful e malhas de microsserviços — o balanceador de carga atua como um ponto central de entrada, encaminhando requisições de acordo com algorit

Padrões de geração de IDs distribuídos sem ponto único de falha
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 22/10/2025

Padrões de geração de IDs distribuídos sem ponto único de falha

Em sistemas distribuídos modernos, a geração de identificadores únicos enfrenta três requisitos fundamentais: unicidade global, ordenação temporal aproximada e capacidade de escalar horizontalmente sem degradação. IDs sequenciais tradicionais, como auto-incremento em bancos relacionais, falham nesses requisitos por dependerem de um único nó mestre.

Como projetar sistemas de scheduling distribuído com liderança eleitoral
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 17/10/2025

Como projetar sistemas de scheduling distribuído com liderança eleitoral

Sistemas de scheduling distribuído coordenam a execução de tarefas em múltiplos nós de um cluster. Quando introduzimos liderança eleitoral, um nó é eleito líder para coordenar a distribuição e o monitoramento de jobs, enquanto os demais atuam como workers. O líder é responsável por manter o estado global do sistema, tomar decisões de agendamento e garantir que cada tarefa seja executada exatamente uma vez.

Service mesh (Istio/Linkerd): vale a complexidade adicional
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 16/10/2025

Service mesh (Istio/Linkerd): vale a complexidade adicional

Arquiteturas de microsserviços transformam chamadas de função em requisições de rede. Isso introduz desafios que não existem em sistemas monolíticos: descoberta de serviços, retry em falhas temporárias, circuit breakers para evitar cascatas e observabilidade distribuída. Sem uma camada dedicada, cada equipe implementa essas funcionalidades manualmente, gerando duplicação e inconsistência.

ULID vs UUID v7: identificadores ordenados por tempo para bancos de dados
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 12/10/2025

ULID vs UUID v7: identificadores ordenados por tempo para bancos de dados

Identificadores únicos universais (UUIDs) são onipresentes em sistemas modernos, mas a escolha do formato impacta diretamente a performance de bancos de dados. O UUID v4, amplamente utilizado, gera valores aleatórios que causam fragmentação severa em índices B-Tree — a estrutura de dados padrão da maioria dos bancos relacionais. Quando milhares de registros são inseridos por segundo, cada novo UUID v4 é inserido em uma posição aleatória da árvore, forçando rebalanceamentos frequentes e degradand

Como aplicar DDD em projetos de médio porte sem over-engineering
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 10/10/2025

Como aplicar DDD em projetos de médio porte sem over-engineering

Projetos de médio porte (5-15 desenvolvedores) frequentemente caem na armadilha de tentar replicar práticas de grandes corporações. A diferença fundamental não está na complexidade do negócio, mas na escala: enquanto sistemas enterprise precisam coordenar dezenas de times e contextos, projetos médios podem adotar uma abordagem mais enxuta.

Estratégias de decomposição de monolitos em microservices
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 26/09/2025

Estratégias de decomposição de monolitos em microservices

Um monolito é uma aplicação única onde todos os componentes (interface, lógica de negócio, acesso a dados) são executados em um único processo. Suas vantagens incluem simplicidade inicial, facilidade de deploy e baixa latência interna. As desvantagens surgem com o crescimento: acoplamento excessivo, dificuldade de escalar componentes específicos e impacto de falhas em toda a aplicação.