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Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Estratégias de consistência eventual em sistemas distribuídos
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos

Estratégias de consistência eventual em sistemas distribuídos

O Teorema CAP (Consistency, Availability, Partition Tolerance) estabelece que um sistema distribuído pode oferecer apenas duas das três propriedades simultaneamente. A consistência eventual emerge como uma escolha pragmática quando priorizamos disponibilidade e tolerância a partições (AP). Nesse modelo, o sistema garante que, se nenhuma nova atualização for feita a um item de dados, eventualmente todas as leituras retornarão o último valor atualizado.

27/11/2024
Queue workers em produção: filas, retries e dead letter queues
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 24/11/2024

Queue workers em produção: filas, retries e dead letter queues

Em sistemas de produção modernos, workers de fila são componentes essenciais para processamento assíncrono de tarefas. Eles permitem que operações demoradas — como envio de emails, processamento de imagens ou integrações com APIs externas — sejam executadas em segundo plano, liberando a interface do usuário e melhorando a capacidade de resposta do sistema.

Como modelar agregados no DDD sem over-engineering
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 27/10/2024

Como modelar agregados no DDD sem over-engineering

No Domain-Driven Design, o agregado é uma unidade de consistência transacional. Isso significa que todas as operações que modificam o estado interno de um agregado devem ser atômicas — ou tudo é salvo, ou nada é salvo. A fronteira do agregado define exatamente quais objetos compartilham essa garantia.

DDD sem a teoria toda de uma vez: introdução incremental
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 25/10/2024

DDD sem a teoria toda de uma vez: introdução incremental

O maior erro ao adotar Domain-Driven Design é tentar implementar todos os conceitos de uma só vez. Agregados complexos, eventos distribuídos, repositórios genéricos — isso gera paralisia e código superengenheirado. O caminho mais seguro é o incrementalismo: começar com um sistema CRUD simples e, a cada iteração, adicionar uma camada de riqueza ao modelo.

Padrões de retry e backoff em sistemas distribuídos
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 27/09/2024

Padrões de retry e backoff em sistemas distribuídos

Em sistemas distribuídos, falhas não são exceção — são a regra. A latência de rede varia constantemente devido a congestionamento, roteamento instável ou contenção de recursos. A concorrência entre milhares de requisições simultâneas pode levar a deadlocks temporários ou timeouts. Falhas de hardware, partições de rede (cenários do teorema CAP) e picos de carga tornam a comunicação entre serviços inerentemente não confiável. Ignorar essa realidade é o primeiro passo para um sistema frágil.

Como aplicar chaos engineering para validar resiliência
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 07/08/2024

Como aplicar chaos engineering para validar resiliência

Chaos Engineering é a disciplina de experimentar em um sistema distribuído para construir confiança na capacidade do sistema de suportar condições turbulentas em produção. Diferentemente de testes tradicionais (unitários, integração, fim a fim), que verificam comportamentos esperados sob condições controladas, o Chaos Engineering introduz intencionalmente falhas para descobrir fraquezas antes que elas se manifestem como incidentes reais.

Event Sourcing: quando o estado atual não é suficiente
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 03/08/2024

Event Sourcing: quando o estado atual não é suficiente

Sistemas tradicionais baseados em CRUD (Create, Read, Update, Delete) operam sob uma premissa perigosa: o estado atual é suficiente para compreender o sistema. Quando um registro é atualizado, o estado anterior é simplesmente sobrescrito. O banco de dados contém apenas o último valor, não a trajetória que levou até ele.

Estratégias de testes em arquiteturas de microservices
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 01/08/2024

Estratégias de testes em arquiteturas de microservices

A pirâmide de testes clássica, proposta por Mike Cohn, precisa ser adaptada para arquiteturas de microsserviços. Em vez de uma pirâmide com três camadas, trabalhamos com cinco: testes unitários, de componente, de integração, de contrato e ponta a ponta (E2E). Cada camada possui granularidade e custo de manutenção distintos.

Arquitetura zero trust: segurança além do perímetro de rede
Arquitetura de Software e Sistemas Distribuídos 15/07/2024

Arquitetura zero trust: segurança além do perímetro de rede

A arquitetura zero trust (confiança zero) é um modelo de segurança cibernética que opera sob o princípio fundamental de que nenhuma entidade — seja dentro ou fora da rede corporativa — deve ser automaticamente confiável. O lema central é "nunca confie, sempre verifique". Isso significa que toda solicitação de acesso, independentemente de sua origem, deve ser autenticada, autorizada e continuamente validada antes de receber permissão para acessar recursos.