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Bancos de Dados, Cache e Persistência

ACID vs. BASE: entendendo as propriedades das transações
Bancos de Dados, Cache e Persistência

ACID vs. BASE: entendendo as propriedades das transações

Uma transação em banco de dados é uma unidade lógica de trabalho que agrupa uma ou mais operações (leitura, escrita, atualização ou exclusão) em uma única execução atômica. A importância das transações reside na garantia de que os dados permanecem consistentes mesmo em cenários de concorrência, falhas de hardware ou interrupções de rede.

29/05/2025
Modelagem de dados: normalização vs. desnormalização
Bancos de Dados, Cache e Persistência 12/05/2025

Modelagem de dados: normalização vs. desnormalização

A modelagem de dados é a arte de estruturar informações de forma que reflitam corretamente o mundo real e atendam aos requisitos de um sistema. Em bancos relacionais, o foco está na integridade referencial e na redução de redundâncias. Em bancos NoSQL, a prioridade costuma ser a escalabilidade horizontal e a velocidade de leitura.

Debezium: captura de mudanças de banco de dados para pipelines de eventos
Bancos de Dados, Cache e Persistência 10/05/2025

Debezium: captura de mudanças de banco de dados para pipelines de eventos

Em arquiteturas modernas orientadas a eventos, capturar cada alteração em bancos de dados relacionais em tempo real tornou-se um requisito fundamental. O Change Data Capture (CDC) é a técnica que permite observar e registrar mudanças em bancos de dados — inserts, updates e deletes — e transformá-las em eventos que alimentam pipelines de dados.

Redis na prática: estratégias de cache para aliviar seu banco principal
Bancos de Dados, Cache e Persistência 06/05/2025

Redis na prática: estratégias de cache para aliviar seu banco principal

Bancos relacionais como MySQL e PostgreSQL são excelentes para persistência e consistência de dados, mas sofrem com gargalos de leitura quando o volume de requisições cresce. Cada consulta ao disco, mesmo com índices otimizados, leva milissegundos. Em aplicações com milhares de acessos simultâneos, esse tempo se acumula e degrada a experiência do usuário.

Como implementar full-text search em português no PostgreSQL
Bancos de Dados, Cache e Persistência 12/04/2025

Como implementar full-text search em português no PostgreSQL

O PostgreSQL oferece um sistema robusto de busca textual que vai muito além do simples ILIKE. Enquanto ILIKE realiza varreduras sequenciais em busca de padrões, o full-text search trabalha com conceitos linguísticos como lexemas, stop words e stemming.

Como implementar expiração automática de dados com TTL no Redis e PostgreSQL
Bancos de Dados, Cache e Persistência 04/03/2025

Como implementar expiração automática de dados com TTL no Redis e PostgreSQL

Time-To-Live (TTL) é um mecanismo que define automaticamente o tempo de vida de um dado, removendo-o quando esse período expira. Em sistemas modernos, o TTL é essencial para gerenciar dados temporários como sessões de usuário, tokens de autenticação, caches de API, logs transitórios e códigos de verificação.

Connection pooling: evitando esgotamento de recursos no DB
Bancos de Dados, Cache e Persistência 04/03/2025

Connection pooling: evitando esgotamento de recursos no DB

Todo banco de dados possui um limite máximo de conexões simultâneas, definido pelo parâmetro max_connections. No PostgreSQL, o valor padrão é 100; no MySQL, 151. Esse limite existe porque cada conexão consome recursos do servidor: memória para buffers, estruturas de estado de sessão e descritores de arquivo.

Como implementar políticas de backup 3-2-1
Bancos de Dados, Cache e Persistência 02/03/2025

Como implementar políticas de backup 3-2-1

A regra 3-2-1 é o padrão-ouro em resiliência de dados, originada das melhores práticas de administração de sistemas nos anos 2000. Ela estabelece:

Backups e recovery: testando sua estratégia de desastre
Bancos de Dados, Cache e Persistência 15/02/2025

Backups e recovery: testando sua estratégia de desastre

Uma estratégia de desastre robusta começa com dois conceitos fundamentais: RPO (Recovery Point Objective) e RTO (Recovery Time Objective). O RPO define a quantidade máxima de dados que você pode perder medida em tempo — se seu RPO é de 4 horas, você pode perder no máximo 4 horas de dados. O RTO define o tempo máximo aceitável para restaurar os serviços após um desastre.