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Linguagens de Programação e Runtimes

Introdução a linguagens de baixo nível e Assembly
Linguagens de Programação e Runtimes

Introdução a linguagens de baixo nível e Assembly

Linguagens de baixo nível são aquelas que fornecem pouca ou nenhuma abstração sobre a arquitetura do hardware subjacente. Elas operam diretamente com os componentes do processador, como registradores, endereços de memória e instruções específicas da CPU. A principal característica dessas linguagens é o controle granular sobre o hardware, permitindo ao programador gerenciar cada recurso do sistema de forma explícita.

01/06/2023
Explorando o ecossistema do C# e .NET
Linguagens de Programação e Runtimes 28/05/2023

Explorando o ecossistema do C# e .NET

O ecossistema C# e .NET passou por uma transformação radical desde sua criação. O .NET Framework, lançado em 2002, era restrito ao Windows e fechado. Em 2016, a Microsoft iniciou a unificação com o .NET Core, culminando no .NET 5 em 2020 e, mais recentemente, no .NET 8, uma plataforma totalmente open source, cross-platform e unificada.

Introdução ao TypeScript para desenvolvedores JavaScript
Linguagens de Programação e Runtimes 16/05/2023

Introdução ao TypeScript para desenvolvedores JavaScript

Desenvolvedores JavaScript conhecem bem a liberdade da tipagem dinâmica. Em projetos pequenos, essa flexibilidade acelera o desenvolvimento. No entanto, à medida que o código cresce, os erros silenciosos se multiplicam. Um simples "2" + 2 resulta em "22" sem qualquer aviso, e funções que esperam números recebem strings inesperadamente.

Dicas para escrever scripts Python mais robustos
Linguagens de Programação e Runtimes 17/04/2023

Dicas para escrever scripts Python mais robustos

Um dos pilares para scripts robustos é o tratamento adequado de exceções. Evite o uso de except genérico, que pode mascarar erros inesperados e dificultar a depuração.

Elixir e Phoenix: lidando com milhões de conexões simultâneas
Linguagens de Programação e Runtimes 14/04/2023

Elixir e Phoenix: lidando com milhões de conexões simultâneas

Elixir roda sobre a BEAM (Bogdan/Björn's Erlang Abstract Machine), uma máquina virtual projetada originalmente para sistemas de telecomunicações que exigiam disponibilidade de 99,999% (cinco noves). O modelo de atores da BEAM trata cada unidade de execução como um processo isolado que se comunica exclusivamente por troca de mensagens assíncronas. Diferentemente de threads tradicionais, esses processos não compartilham memória, eliminando a necessidade de locks e evitando race conditions.