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Testes, QA e Análise Estática

Testes de integração vs. testes unitários: quando usar cada um
Testes, QA e Análise Estática

Testes de integração vs. testes unitários: quando usar cada um

Testes unitários verificam a menor unidade isolável do código — geralmente uma função, método ou classe — sem depender de sistemas externos como bancos de dados, APIs ou sistemas de arquivos. O isolamento é alcançado através de mocks, stubs ou injeção de dependências, garantindo que o teste falhe apenas por um erro na lógica da unidade testada, não por problemas de infraestrutura.

16/02/2025
Ferramentas de análise estática de código: linters e SonarQube
Testes, QA e Análise Estática 19/01/2025

Ferramentas de análise estática de código: linters e SonarQube

A análise estática de código é o processo de examinar o código-fonte sem executá-lo, identificando potenciais problemas antes mesmo que o software seja compilado ou testado. Diferente da análise dinâmica (que exige execução e entradas específicas), a análise estática examina a estrutura, sintaxe e semântica do código em repouso.

Como usar mocking seletivo para testar integrações sem dependências reais
Testes, QA e Análise Estática 20/09/2024

Como usar mocking seletivo para testar integrações sem dependências reais

O mocking seletivo é uma técnica de teste onde substituímos apenas partes específicas de dependências externas, mantendo o restante do sistema funcionando com implementações reais. Diferente do mocking total, que substitui todas as dependências por objetos falsos, o mocking seletivo preserva a lógica de negócio e apenas isola pontos de integração instáveis, lentos ou caros.

Como configurar linter e formatter para projetos JS
Testes, QA e Análise Estática 06/08/2024

Como configurar linter e formatter para projetos JS

Manter a qualidade do código em projetos JavaScript é um desafio que cresce proporcionalmente ao tamanho da equipe e à complexidade do software. Linters e formatters surgem como soluções automatizadas para garantir consistência, legibilidade e conformidade com boas práticas, eliminando discussões subjetivas sobre estilo durante code reviews.

Testes end-to-end (E2E) com Cypress ou Playwright
Testes, QA e Análise Estática 25/07/2024

Testes end-to-end (E2E) com Cypress ou Playwright

Testes end-to-end (E2E) validam o fluxo completo de uma aplicação, simulando a interação real de um usuário com o sistema. Diferentemente dos testes unitários, que verificam funções isoladas, ou dos testes de integração, que avaliam a comunicação entre módulos, os testes E2E percorrem toda a stack: frontend, backend, banco de dados e serviços externos.

Introdução ao fuzzing para encontrar bugs de segurança e estabilidade
Testes, QA e Análise Estática 15/06/2024

Introdução ao fuzzing para encontrar bugs de segurança e estabilidade

Fuzzing, ou teste de fuzzing, é uma técnica de teste de software que consiste em fornecer entradas inválidas, inesperadas ou aleatórias a um programa para detectar falhas de segurança e estabilidade. Diferente dos testes tradicionais, que verificam cenários previsíveis e esperados, o fuzzing explora o comportamento do software diante de dados malformados, expondo vulnerabilidades como buffer overflow, vazamento de memória, injeção de código e crashes inesperados.

Testes unitários: por onde começar se seu projeto não tem nenhum
Testes, QA e Análise Estática 08/04/2024

Testes unitários: por onde começar se seu projeto não tem nenhum

Existe um mito persistente no desenvolvimento de software: que escrever testes "atrasa o desenvolvimento". A realidade é oposta. Um estudo da NIST estima que corrigir um bug em produção custa 30 vezes mais do que corrigi-lo durante o desenvolvimento. Sem testes, cada alteração no código se torna uma aposta.

TDD: mito ou realidade na prática
Testes, QA e Análise Estática 05/03/2024

TDD: mito ou realidade na prática

Test-Driven Development (TDD) é uma prática de desenvolvimento de software que segue o ciclo Red-Green-Refactor: primeiro escreve-se um teste que falha (Red), depois implementa-se o código mínimo para fazê-lo passar (Green), e por fim refatora-se o código mantendo os testes verdes (Refactor). Popularizado por Kent Beck no contexto do Extreme Programming (XP) nos anos 1990, o TDD promete código mais limpo, menos bugs e design emergente.