Categoria

DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura

FinOps para devs: como reduzir sua conta de cloud sem perder performance
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura

FinOps para devs: como reduzir sua conta de cloud sem perder performance

FinOps é a prática de gerenciar custos de cloud computing de forma colaborativa, combinando princípios financeiros, operacionais e de engenharia. Diferente da economia tradicional, que corta gastos cegamente, o FinOps busca equilíbrio entre performance e custo. O desenvolvedor é peça-chave nesse modelo, pois cada linha de código, cada recurso provisionado e cada serviço ativado tem impacto direto na fatura mensal.

08/03/2024
Sigstore e cosign: assinatura de imagens Docker para supply chain segura
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 22/02/2024

Sigstore e cosign: assinatura de imagens Docker para supply chain segura

A adoção de containers transformou a entrega de software, mas também introduziu novos vetores de ataque na supply chain. Uma imagem Docker pode ser alterada silenciosamente entre o momento da construção e o deploy em produção. Ataques como dependency confusion (onde pacotes maliciosos são inseridos em repositórios públicos), image poisoning (imagens legítimas contaminadas com malware) e man-in-the-middle (interceptação de tráfego durante o pull) são ameaças reais.

Introdução ao Kubernetes e orquestração de containers
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 18/02/2024

Introdução ao Kubernetes e orquestração de containers

A orquestração de containers é o processo de gerenciar automaticamente o ciclo de vida de containers em ambientes distribuídos. Ela resolve problemas fundamentais como escalabilidade, resiliência e gerenciamento de recursos que surgem quando operamos múltiplos containers em produção.

Introdução ao Flux CD como alternativa ao ArgoCD para GitOps
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 06/02/2024

Introdução ao Flux CD como alternativa ao ArgoCD para GitOps

GitOps é um modelo operacional que utiliza o Git como fonte única de verdade para infraestrutura e aplicações declarativas. Seus princípios fundamentais incluem declaratividade (tudo é descrito em arquivos), imutabilidade (mudanças são feitas via novos commits) e reconciliação contínua (o cluster sempre busca igualar o estado descrito no repositório).

Como usar o Vault Agent para injetar segredos em pods Kubernetes
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 26/01/2024

Como usar o Vault Agent para injetar segredos em pods Kubernetes

O Vault Agent é um componente do HashiCorp Vault projetado para automatizar a autenticação e injeção de segredos em aplicações. Quando integrado ao Kubernetes, ele opera como um sidecar dentro do pod, interceptando requisições de inicialização e injetando segredos diretamente no sistema de arquivos do contêiner principal.

Como usar edge computing para reduzir latência global
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 26/01/2024

Como usar edge computing para reduzir latência global

Edge computing é um modelo de computação distribuída que aproxima o processamento e armazenamento de dados dos usuários finais, em vez de centralizá-los em data centers remotos. Enquanto a computação em nuvem tradicional concentra recursos em poucas regiões geográficas, o edge computing espalha nós de processamento em milhares de pontos próximos aos dispositivos.

Gitpod e GitHub Codespaces: desenvolvimento 100% na nuvem vale a pena
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 23/01/2024

Gitpod e GitHub Codespaces: desenvolvimento 100% na nuvem vale a pena

Ambientes de desenvolvimento remoto representam uma evolução significativa na forma como programadores criam software. Em vez de depender de uma máquina local com todas as ferramentas instaladas, o desenvolvedor utiliza uma IDE hospedada na nuvem, acessível via navegador ou cliente leve. A computação — compilação, execução de testes, gerenciamento de dependências — ocorre em servidores remotos.

Como otimizar performance de aplicações em nuvem
DevOps, Deploy, Cloud e Infraestrutura 15/12/2023

Como otimizar performance de aplicações em nuvem

A otimização de performance em nuvem exige compreensão profunda de três pilares fundamentais: latência (tempo de resposta), throughput (volume processado por unidade de tempo) e disponibilidade (percentual de tempo operacional). Diferentemente de ambientes on-premise, onde o hardware é fixo, a nuvem permite elasticidade dinâmica, mas também introduz complexidades como contenção de recursos compartilhados e latência de rede virtualizada.